
Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo
E ali, naquele momento, ela estava precisando. Fui falar alguma coisa. Ela sofreu um desmaio. Não adianta ver só o meu lado familiar”, disse Paulo. Ele conta que, neste terça, por volta das 4h da manhã, levou a filha, Raiane, até o ponto de ônibus. Quando ficou sabendo da notícia do sequestro, logo ficou preocupado, mas conta que tentou manter a calma em casa. Pela TV, ele acompanhou o momento em que a filha deixou o coletivo, liberada pelo sequestrador. “Ela ainda está em choque”, concluiu. Willian morava com a mãe, Renata, e também com o pai, José Ronaldo Araújo da Silva no bairro do Jockey Clube, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Os reféns contaram que, durante o sequestro, ele pedia R$ 30 mil aos policiais, e falava o tempo todo em “fazer história” . Um primo de Willian pediu desculpas aos passageiros. Governo do Estado anunciou que irá pagar pelo sepultamento do sequestrador . Veja a cronologia do caso , que bloqueou a Ponte Rio-Niterói por mais de 3 horas. (O Globo).
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