
Foto: Ilustração
Até janeiro deste ano, vigorava a regra que leva em conta o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e dos serviços finais produzidos no país, de dois anos antes mais a inflação do ano anterior, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Essa medida permitia que, nos momentos de crescimento da economia, o ganho do salário mínimo superasse a inflação, ajudando a reduzir as desigualdades e estimulando o consumo das famílias. Quando tinha recessão, como em 2015 e 2016, não houve aumento real. O ministro da Economia, Paulo Guedes, já disse que um novo ganho real só deve ocorrer caso as reformas propostas pelo governo sejam aprovadas que, na visão dele, devem regularizar as contas públicas. No documento, o governo projeta ainda que a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) fique em 3,91% no próximo ano, abaixo da estimativa contida na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), de 4%. Além disso, o Projeto de Lei Orçamentária prevê que a economia brasileira avance 2,17% no próximo ano. A projeção se refere à última estimativa oficial, feita pelo Ministério da Economia, em julho. Na Lei de Diretrizes Orçamentárias, a previsão ainda estava em 2,74%.
Fonte: Avozdocampo.com
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