Dois corpos de mulheres foram encontrados na terça-feira (14) e identificados como sendo de Elen Santos da Silva, de 21 anos, e Tamara Martins Guimarães, de 23, que estavam desaparecidas após saírem juntas para um passeio de moto na madrugada do dia 10 de abril, na localidade de Xandó, em Porto Seguro, no extremo sul da Bahia.
As duas moravam juntas na Aldeia Xandó, área de preservação localizada no distrito de Caraíva. Segundo familiares, elas saíram na motocicleta de Tamara afirmando que fariam o trajeto entre Corumbau, Prado e Montinho, e depois seguiriam para Porto Seguro. Ninguém mais teve notícias das jovens após essa saída.
Elen era da etnia Pataxó, descendente da aldeia mãe de Barra Velha. Tamara tinha uma filha de três anos e, antes de desaparecer, deixou a criança com a patroa dizendo que retornaria no dia seguinte pela manhã — o que nunca aconteceu.O desaparecimento ganhou repercussão nacional, em parte por causa de uma carta atribuída a Elen que viralizou nas redes sociais. No texto, ela escrevia sobre romper laços com a família. No entanto, a mãe da jovem esclareceu que a carta fazia parte de uma dinâmica promovida pela empresa onde Elen trabalhava, na qual todos os funcionários foram incentivados a escrever mensagens para seus parentes.
As buscas foram realizadas com apoio da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP), que atua no extremo sul da Bahia há cerca de um ano devido a conflitos fundiários entre comunidades indígenas e produtores rurais. O caso é investigado pela 1ª Delegacia Territorial de Porto Seguro. As circunstâncias das mortes ainda não foram esclarecidas oficialmente.
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As duas moravam juntas na Aldeia Xandó, área de preservação localizada no distrito de Caraíva. Segundo familiares, elas saíram na motocicleta de Tamara afirmando que fariam o trajeto entre Corumbau, Prado e Montinho, e depois seguiriam para Porto Seguro. Ninguém mais teve notícias das jovens após essa saída.
Elen era da etnia Pataxó, descendente da aldeia mãe de Barra Velha. Tamara tinha uma filha de três anos e, antes de desaparecer, deixou a criança com a patroa dizendo que retornaria no dia seguinte pela manhã — o que nunca aconteceu.O desaparecimento ganhou repercussão nacional, em parte por causa de uma carta atribuída a Elen que viralizou nas redes sociais. No texto, ela escrevia sobre romper laços com a família. No entanto, a mãe da jovem esclareceu que a carta fazia parte de uma dinâmica promovida pela empresa onde Elen trabalhava, na qual todos os funcionários foram incentivados a escrever mensagens para seus parentes.
As buscas foram realizadas com apoio da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP), que atua no extremo sul da Bahia há cerca de um ano devido a conflitos fundiários entre comunidades indígenas e produtores rurais. O caso é investigado pela 1ª Delegacia Territorial de Porto Seguro. As circunstâncias das mortes ainda não foram esclarecidas oficialmente.
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